Células Autonomas de Produção - Mini-Fábrica

Carga Horária
15 horas
Modalidade
Formação Profissional
Preço
150 €   (+IVA à taxa legal)

Apresentação

As células autónomas de fabrico são utilizadas na produção de peças individuais ou pequenos lotes de peças. Realizam todas as funções necessárias para completar o processo de produção da peça programada. São muito versáteis quanto a variações no tipo de peças fabricadas, dependendo de programação de seus elementos componentes para alterações no processo produtivo.
Este conceito tem vindo a ser introduzido no âmbito da filosofia de Gestão baseados nos princípios do Just-in-Time e do Lean Manufacturing
A Produção organizada em células autónomas de produção é um dos mais importantes sistemas de produção existentes. Ele se baseia nos conceitos de Tecnologia de Grupo, através da formação de famílias de peças e na formação de células de produção. A família de peças é constituída por um conjunto de peças que possuem características e atributos similares, sejam estes de forma geométrica e/ou de processos de fabricação. A célula de produção é constituída por um agrupamento de máquinas e/ou equipamentos que possuem capacidade para o processamento de uma dada família de peças. As principais vantagens da produção celular são: menor ciclo de fabricação, redução de setup, isto é, na maioria do casos o setup é considerado tempo morto e irreversível, ou seja, um mal necessário, redução em transporte e movimentação, fluxo de fabricação simplificado, controle de produção simplificado, redução de refugos e retrabalhos, melhoria da qualidade, menor número de operadores e, finalmente, menores custos.
Assim, a expressão “sistema de produção” não é nova. A novidade está no adjectivo “flexível”. Essa característica foi se incorporando aos sistemas de produção à medida que a presença dos computadores nesses sistemas se tornava mais frequente.
O próximo passo é retirar o homem de sua tarefa de carregar e descarregar, por exemplo, um torno, substituindo-o por outra máquina: um robô industrial. Assim, o robô também pode ser um elemento de operação. A sua função é a de retirar a matéria-prima de um recipiente e colocá-la na máquina. Após a “maquinagem”, deve retirar a peça da placa, depositando-a num outro local. Assim, o homem acabou de perder também a tarefa de carregar e descarregar a máquina. Agora, será encarregado apenas da verificação da qualidade do produto.